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19 de maio de 2017

Sindicato defende renúncia de Temer e convocação de eleições diretas


Diante da gravidade das denúncias que vieram à tona a partir das delações de um dos donos da JBS, com provas que revelam o envolvimento tanto de Temer quanto do senador mineiro Aécio Neves em atos de corrupção, não há outro caminho a ser tomado que não a renúncia do atual presidente golpista, seguida da convocação de eleições diretas.

 

Esta é a opinião unânime da diretoria do Sindicato, para a qual as recentes revelações colocam mais combustível na grave crise política, institucional, econômica e social que já toma conta do país, além de ratificar a ilegitimidade deste governo que, mesmo sem qualquer respaldo popular, quer impor enormes sacrifícios ao povo e à classe trabalhadora, via tentativa de aprovação das reformas trabalhista e previdenciária.

 

“A situação no país já é bastante grave do ponto de vista político, econômico e social, particularmente quando consideramos o crescimento acelerado do desemprego, que atinge quase 14 milhões de brasileiros, somado às tentativas de se fazer reformas impopulares, que atacam direitos trabalhistas e sociais. Estas denúncias mostram, portanto, que não há condições de Temer continuar sentado na cadeira de presidente do país”, ressalta o secretário-geral do Sindicato Alex Santos Custódio.

 

"GOVERNO ILEGÍTIMO E IMPOPULAR"

 

Para o diretor de Imprensa do Sindicato, Antonio Marcondes dos Reis, as mais recentes denúncias jogam por terra toda a agenda golpista do governo representado por Michel Temer, que conta com apoio da mídia, de setores do Judiciário e do patronato nacional. “É um governo ilegítimo e impopular, voltado para atender aos empresários e ao mercado financeiro e, em contrapartida, impor sacrifícios ao povo, com a retirada de direitos e conquistas sociais. Agora, caí a máscara até da própria mídia, que sempre deu sustentação ao golpe, sobretudo a Rede Globo”, afirma. Nesse sentido, é que se faz necessário que todas as ações deste governo ilegítimo, principalmente as votações das reformas trabalhista e da Previdência, sejam imediatamente paralisadas”, acrescenta.

 

De acordo com Marcondes, a expectativa é de que as manifestações que já tomaram as ruas logo após o pronunciamento fantasioso de Temer, em cadeia de rádio e televisão, na noite do último dia 18, possam se intensificar nos próximos dias e culminar com a grande Marcha à Brasília, no dia 24.

 

Para o diretor de Imprensa do Sindicato, não pode ser o atual Congresso Nacional que, lamentavelmente, está manchado, o responsável por tomar a decisão de definir os rumos do país.

 

“Nós defendemos a renúncia de Temer, a suspensão de todos os trâmites de votação das reformas da Previdência e Trabalhista e, por fim, o mais importante: a convocação de eleições diretas para que o povo, de forma ampla e democrática, possa escolher, pelo voto, um novo presidente, colocando nosso país nos trilhos da democracia que nos foi roubada por meio de um golpe”, completa a também diretora do Sindicato Ruth Felipe dos Santos.

 

FONTE: Imprensa do Sindicato

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