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13 de abril de 2017

CTB: Movimento sindical precisa dar uma resposta no dia 28 de abril


A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) realizou nesta quarta-feira (12) a plenária da entidade preparatória para a greve geral do dia 28 de abril. Na opinião do presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, a política do governo de Michel Temer é um ataque ultraliberal do capital contra o trabalho e o movimento sindical unificado precisa dar uma resposta à altura.

“Eu estava falando hoje com a companheira Nara, de Brasília, e ela me falou que nunca viu algo tão declaradamente nefasto quanto o que está sendo apresentado hoje. É preciso levar isso para os trabalhadores, que a política desenvolvida pelo governo Temer é um ataque ultraliberal do capital contra o trabalho”, disse Adilson Araújo. “A terceirização, por exemplo, é a tentativa de sepultar a CLT e as obrigações patronais”.

A Lei que permite a terceirização irrestrita foi sancionada por Temer no dia 31 de março. Nesta quarta-feira, o relator da reforma trabalhista deputado Rogério Marinho apresentou um parecer em forma de substitutivo que potencializa os ataques aos direitos dos trabalhadores.

“A situação de hoje, como está, já é bem ruim: nós somos campeões no trabalho escravo moderno, somos o quarto país com o maior número de acidentes de trabalho, e a gente sabe que a terceirização contribui em muito para essas coisas. E não achem vocês que eles vão se dar por satisfeito quando eles terminarem, eles vão continuar tirando direitos enquanto puderem”, alertou Adilson.

De acordo com ele, a obrigação das centrais, agora, é conseguir manter a luta sindical enquanto fazem o enfrentamento institucional, inclusive com um diálogo franco com os setores mais conservadores da sociedade.

“Os direitos deles são os nossos também, não tem distinção. À luz dos 100 anos da greve geral de 17, nós temos uma obrigação de fazer uma mobilização ainda maior que aquela. É por isso que eu digo: o Abril de Lutas é fundamental nesse momento, é preciso dar uma resposta”, conclamou.

Luiz Gonçalves, o “Luizinho” da Nova Central, também participou da atividade. O dirigente concordou com Adilson e afirmou que a luta deixou de ser uma pauta exclusiva do movimento sindical. “Estamos todos vendo a população se manifestar nas redes sociais. É um momento muito delicado, que vai exigir de todos os cidadãos e militantes que façam trabalho por seis, mas é possível mobilizar as bases para enfrentar o governo”.

Fonte: Portal CTB.


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